11.12.08

ESCOLA MUNICIPAL ISRAEL PINHEIRO


Dia 11 de dezembro de 2008 a turma 4º A do noturno assistiu ao filme L.A.P.A.
leiam o que acharam sobre este filme:

Forumdoc.bh 2008 na E.M.Paulo Mendes Campos



10.12.08

Mokoĩ Tekoá Peteĩ Jeguatá

Mokoĩ Tekoá Peteĩ Jeguatá- Duas aldeias, uma caminhada

O grande propósito deste filme é mostrar os desafios contemporâneos dos membros da etnia Mbya-Guarani para sobreviver e manter sua tradiçâo cultural no estado do Rio Grande do Sul. O documentário tem a seu favor o fato de ser feito por cineastas indígenas (ex-oficineiros de um curso áudio-visual), o que garante, de entrada, um olhar especular, uma leitura original, feita a contrapelo da história oficializada. Focado na vida cotidiana contrastante das aldeias Tekoá Anhetenguá (“Aldeia Verdadeira”- Porto Alegre) e Tekoákoenju (“Aldeia Alvorecer”- São Miguel da Missões) , Mokoĩ Tekoá Peteĩ Jeguatá- Duas aldeias, uma caminhada é um tributo a resistência indígena. Um clamor cinematográfico daqueles que avisam em suas canções que “querem as suas terras de volta”, precisam das matas para poderem caçar e das terras para poderem plantar e construir suas casas de reza. Isso ganha mais vigor, quando se mostra a depredação ambiental feita pelas plantações de eucalipto, a restrita área de caça e os anéis de concreto do crescimento urbano que, literalmente, começam abraçar as áreas das aldeias. Enfim, o filme é um rico testemunho etnográfico aberto à nossa exploração. Confiram e comprovem.

Prof. Antônio Augusto (História)
Coordenador do Telecentro da E.M. Paulo Mendes Campos
aahorta@hotmail.com

Canoa de um Pau Roxo

É de domínio público a desafiadora expressão “vou lhe mostrar com quantos paus se faz uma canoa”. Mais do que demonstrar visualmente esse dito popular, Canoa de um Pau Roxo revela de forma poética, mas melancólica, a agonia dessa antiga tradição artesanal brasileira, no pequeno município de Presidente Juscelino (MA). Munido de machado e facão, o canoeiro autodidata Miguel “Pau Roxo” transforma, com rara habilidade, o trono de uma árvore em sua pequena e prática canoa. Enquanto trabalha, vai contando histórias, denunciando a dificuldade de conseguir madeira e a falta de perspectivas de dias melhores naquela isolada região maranhense. Lição de vida e de técnica ancestral, afinal pegar “uma árvore roliça e fazer embarcação dela” para sobreviver, é algo que no mínimo merece respeitosa admiração!


Prof. Antônio Augusto Horta Liza

Atual coordenador do telecentro da E.M.Paulo Mendes Campos

aahorta@hotmail.com


EMAAC NA EXTENSÃO FORUMDOC 2008



Hoje, 10 de dezembro de 2008 exibimos no auditório da EMAAC o filme L.A.P.A. Trinta e nove alunos do final de 2º Ciclo acompanhados pelas Professoras, Patrícia, Andrea, Raquel e Rachel assistiram o filme. Os alunos receberam um questionário sobre o filme que será discutido posteriormente em sala de aula. Ao final da sessão a Professora Patricia fez um breve comentário procurando discutir com os alunos relações entre o filme assistido e o seu cotidiano. Na ocasião estiveram presentes Solange e Pedro Coordenadores da rede-lê.
os alunos mostraram-se interessados durante toda a exibição do filme ao final da discussão Mateus (Aluno de Inclusão) se manifestou dizendo que: O hap é arte e cultura.

9.12.08

Exibição do filme L.A.P.A.


Hoje, dia 09-12, a partir das 7:30 exibimos o filme L.A.P.A. no auditório da Escola Municipal "Aurélio Buarque de Holanda". Foi uma ótima experiência, pois a temática da cultura hip hop agrada a maioria dos alunos, que estão no 3º ciclo. Apesar de o filme apresentar uma realidade do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, os educandos se identificaram muito com o contexto apresentado por uma periferia e a luta do MC's para apresentarem a sua arte.
Depois da exibição propusemos uma discussão, que foi muito participativa, muitos alunos declararam que a realidade é bem retratada na filme.

Hélia Márcia
Curta maranhense em festival europeu -


O talento do Maranhão além fronteiras. O estado terá o seu representante na ARCO 2008, a mais importante feira de arte contemporânea da atualidade que acontece anualmente em Madri (Espanha). Trata-se do curta-metragem “Canoa de um Pau Roxo”, filmado no município de Presidente Juscelino (MA) e dirigido pela jornalista maranhense Gabriela Mochel Piccolo, que reside há quatro anos na Europa, e pelo publicitário espanhol Alberto Greciano.

O curta-metragem faz parte do projeto do longa “Arte na Maré” que teve início em 2004 e que busca revelar como os artesãos navais do Maranhão utilizam os recursos de seu entorno e os ensinamentos de seus antepassados para conceber projetos navais de maneira intuitiva. De posse do objetivo, era hora de ir a campo em busca de uma boa locação e um personagem interessante. Para esta etapa de investigação, Gabriela Mochel e Alberto Greciano contaram com a ajuda do engenheiro Luiz Phelipe Andrés, autor do livro “Embarcações do Maranhão”. “Com toda sua boa vontade, ele permitiu que consultássemos todo o material de arquivo da pesquisa que ele fez para elaborar o livro. Assim, tivemos acesso às fichas dos construtores navais e com esses dados começamos a buscá-los por São Luís e pelo interior. Entrevistávamos os carpinteiros que encontrávamos e a partir daí selecionamos os personagens e as locações”, explica Gabriela Mochel Piccolo.

Neste trabalho de pesquisa, se depararam com Miguel “Pau Roxo”, como é conhecido na região. Sua história era tão interessante, que acabou merecendo um curta; tornou-se o personagem principal, por toda sua habilidade e destreza para fazer canoas a partir dos troncos. O personagem foi escolhido não só por conta da sua espontaneidade e inteligência, mas também pela técnica que utiliza para fabricar a “canoa de um pau só”, que foi acompanhada de perto, do início ao fim, pelos dois cineastas. “Achamos que o fato de ser uma ‘canoa de um pau só’ tornava a história ainda mais especial, considerando que esse tipo de embarcação rústica se constrói cada vez menos, até pela dificuldade em conseguir um tronco”, justifica a maranhense.

A história de “Pau Roxo” é contada no seu “habitat”: às margens do Rio Munim, no município de Presidente Juscelino (MA), onde costuma fabricar as suas embarcações, um estaleiro a céu aberto, como a maioria dos carpinteiros navais. Foram cinco dias direto de gravação: Gabriela captando o som e Greciano com a câmera. Mesmo com o pouco recurso que tinham e as limitações técnicas, para a maranhense foi uma satisfação fazer o trabalho. “Foi maravilhoso e difícil, porque fizemos esse trabalho com um orçamento e com uma equipe muito reduzida. Dessa forma, a gente se viu obrigado a desempenhar várias funções dentro de uma filmagem. Então, apesar das condições (e graças a elas!), aprendemos muito. E além de termos aprendido mais sobre como fazer cinema, aprendemos também com a experiência de conviver com Pau Roxo e sua família maravilhosa”, diz, satisfeita.

Depois de todo o processo de edição, o curta “Canoa de um Pau Roxo” resultou num trabalho de 11 minutos, que revela todo o processo de fabricação de uma “canoa de um pau só” que, aos poucos, está sendo extinta no interior do estado. “A idéia principal é divulgar, através do cinema, o trabalho dos construtores; valorizar a incrível capacidade deles de construir embarcações sem precisar fazer nem um desenho. Tudo é ‘na cabeça’, como eles dizem. A iniciativa do Estaleiro-Escola, por parte do Luiz Phelipe, é extraordinária e queremos colaborar de alguma forma para a preservação dos métodos artesanais de fabricação naval. O cinema é um instrumento poderoso de divulgação e acho que através de uma obra audiovisual a gente pode conseguir divulgar essa arte fora do Maranhão e atrair o interesse no próprio Estado”, revela Gabriela Mochel.(...)




Confira a matéria na íntegra: http://www.claraonline.com.br/ver_noticia.php?noticia_id=620&hl=ok

Estrada Real da Cachaça


Estrada Real da Cachaça


Canoa de um Pau Roxo - trailer


L.A.P.A - teaser 1 - Funkeiro


L.A.P.A - teaser 4 - Gil


L.A.P.A - teaser 3 - Marechal


L.A.P.A - teaser 2 - Aori


Trailer 2 L.A.P.A


Trailer L.A.P.A


Favela On Blast Trailer 4


FAVELA ON BLAST preview


Favela On Blast Trailer 3


Favela On Blast Trailer 2


Favela On Blast Trailer 1


2.12.08

Forumdoc na Escola Municipal Professor "Moacyr Andrade"

As exibições na E.M.P.M.A. ocorreram nos dias 03/12, 04/12, 10/12 e 11/12 às 08:00, 14:00 e 20:00hs, com os filmes:

- L.A.P.A
- Yvy Katu - Terra Sagrada, Kantuta
- Mokoi Tekoá, Petei Jeguatá, Duas aldeias, uma caminhada
- Favela on blast

Participaram os alunos do 2º e 3º ciclo dos três turnos da escola.

Forumdoc 2008 na EMPMA

O filme L.A.P.A. foi exibido dia 02/12/08 às 8h no auditório da E.M.P.M.A para 155 alunos do 1º, 2º e 3º ano do 3º ciclo. Participaram também os professores Adilson, Helvécio, Mara e Ernani, logo após a exibição ocorreu um debate com os alunos e professores.

Forumdoc 2008 na EMAAC

A escola Municipal Agenor Alves de Carvalho participa da extensão Forundoc 2008 exibindo o filme L.A.P.A. no dia 11/12/2008 no 1º turno.

Ricardo Sérgio Soares Ferreira, professor de arte e bacharel em comunicação visual comenta o filme L.A.P.A.:
O documentário aborda de maneira bem realista o cotidiano da Comunidade da Lapa/R.J. e adjacências. Através de relatos e depoimentos, as pessoas expõem a influência da cultura do Hip-Hop sobre a juventude. É mostrado também shows com cantores de rap e "duelos de improviso" que fazem o delírio da galera.
A espontaneidade das pessoas e o ambiente hora tradicional e boémio, hora inóspito e provocante fazem um paralelo interessante com as dificuldades vividas na comunidade. Esse ritmo do documentário, seduz o expectador, principalmente o jovem.

1.12.08

L.A.P.A.

Cinema na E.M.Francisca de Paula com a apresentação do filme L.A.P.A. dia 11/12 às 19:30h.

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27.11.08

Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.


A sala 1 - Alunos de final do 3º ciclo - manhã - 2008

Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.

Estes são alunos da sala 3 - Intermediário do 3º ciclo - manhã - 2008

Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.


Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.

Aproveitei a oportunidade e decidi pela exibição do filme L.A.P.A. para os alunos da sla 6 - início do 3º ciclo - São adolescentes de 12 a 14 anos, bastante ligados à cultura funk, hip hop, rap . Sabem de algumas letras, conhecem a galera e mostraram bastante interesse durante a sessão. Fiquei de debater algumas questões abordadas pelo filme na próxima semana.

EMIAM - MAIS UMA SALA ASSISTE AO FILME L.A.P.A.

Neste dia 27 de novembro, os alunos da sala 6, início do 3º ciclo assistiram ao filme L.A.P.A. Eram 21 alunos, de uma faixa etária entre 12 a 14 anos. As fotos serão postadas mais tarde, e a discussão das questões que envolvem a temática do filme será feita na semana quem vem.

26.11.08

ENQUETE FILME L.A.P.A.

Debate sobre o Filme L.A.P.A.

Colegas, pensei nestas questões para debate:
Roteiro para Estudo e debate sobre o filme L.A.P.A.
1 - O MC Chapadão usa uma linguagem que ele chama de TTK . O que significa esse termo ?

2 – Para o pessoal do RAP , todo MC’ tem que ter um apelido. Como surgem os nomes do MC’s ? Há um critério para isso ou simplismente inventam ou aceitam o nome que a galera prefere ?


3 – Como é feita a aproximação entre os DJ, fankeros e MC’S na LAPA ?


4 – O MC Marechal canta um rap bacana. O que ele defende na letra do seu rap ?


5 – Quais são os maiores problemas que a LAPA wenfrenta hoje ?


6 – Qual a imagem mais marcante e que lembra a LAPA ?


7 – Há um longametragem que teve algumas cenas filmadas na LAPA. Você saberia dizer qual filme e por que eles vieram para o RJ ?


8 – Citar alguns artístas que iniciaram sua carreira na LAPA e que hoje trazem boas recordações daquele tempo ?


9 – Citar um fato marcante revelado pelo filme. Comente-o.


10 – O que representou para você assitir a este filme ?

11 - No filme vemos alguns desafios entre MC. O que eles representam ?

12 - A fala do MC Black Alien é super interessante, onde alerta para valorizar nossa cultura e nossas produções, além de destacar a importância de ser verdadeiro. Em sua vida, na prática, em que momentos você se identifica com as palavras dele ?

GRANDES NOMES QUE PASSARAM PELA L.A.P.A.

Esta foto é histórica e revela alguns artístas que já passaram pela LAPA - RJ com destaque para estes que aparecem na FOTO: MONARCO, JOYCE, ARLINDO CRUZ, Dona IVONE LARA, MOREIRA DA SILVA, BETH CARVALHO, ROBERTO RIBEIRO E ELZA SOARES
Esta foto pode ser encontrada no endereço: Luiz Nassif online http://blogln.ning.com/photo/2189391:Photo:38864?context=user

PREPARAÇÃO DA TURMA PARA PARTICIPAÇÃO NO FORUMDOC.2008

Estes alunos são simpatizantes da cultura do funk, do rap, dos MC e DJ. Acreditamos que sua participação nos debates contrbuirá bastante para tertarmos entender um pouco mais sobre este tipo de cultura e de arte.

PREPARAÇÃO DA TURMA PARA PARTICIPAÇÃO NO FORUMDOC.2008

Neste dia 26 de novembro, após uma prévia do filme L.A.PA.A, solicitei aos alunos que na visita ao laboratório nestes próximos dias, naveguem pela internet na busca de informações sobre oas artístis da L.A.P.A., suas canções, o que eles representam para a cultura do rap, os mc, dj , os funkeros. Se mostraram bastante animados .

PREPARAÇÃO DA TURMA PARA PARTICIPAÇÃO NO FORUMDOC.2008

Estes são alunos da sala 3 - 2º ano do 3º ciclo - que irão assistir ao filme L.A.P.A. na semana quem vem. Inicialmente ao pesquisar na internet, descobrimos que na L.A.P.A. foram rodadas algumas cenas do filme O incrível Hulk. Pesquisamos no youtube e descobrimos alguns vídeos relacionados a isso e passamos para conhecimento dos alunos. Além disso, alguns clips de MC, DJ e Funkeros também foram passados. Os alunso gostaram muito . Objetivamos com isso despertar o interesse da sala pelo filme, quando ele for exibido e enriquecer o debate após a sessão.

Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.

RESOLVEMOS PELA EXIBIÇÃO DO FILME L.A.P.A. PARA OS ALUNOS DO FINAL DO 3º CICLO, POIS OS MESMOS FARÃO PROVA SEMANA QUE VEM E LOGO ENTRARÃO DE FÉRIAS. ESTA É A TURMA QUE SERÁ RESPONSÁVEL PELA PESQUISA DE TUDO AQUILO QUE ESTIVER RELACIONADO À VIDA DO POVOADO DA L.A.P.A. E A MONTAGEM DE UM PEQUENO MURAL QUE SERÁ SOMADO AO MURAL DE OUTRA SALA, QUE ASSISTIRÁ NA SEMANA QUE VEM.

Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.

Exibição do Filme L.A.PA.A. para alunos do 3eº ciclo - Manhã - Como não tivemos tempo para o debate sobre as questões levantadas pelo filme, ficamos de realizar uma mesa redonda na próxima semana, com um roteiro elaborado com este fim. O roteiro discutirá alguma questões relacionados à origem dos Arcos da LAPA, a LAPA enquanto reduto da boemia carioca, o trolebus ( bondinho ) , o bairro de Santa Teresa, as filmagens do longametragem O incrível Hulk que se deu na LAPA, os MC, os bailes funk, a questão da droga e os artístas que por ali passaram.

Alunos do 3º ciclo da EMIAM assistem ao filme L.A.P.A.


Nesta manhã do dia 26 de novembro, a sala 1 alunos em final do 3º ciclo - manhã - assistiram ao filme L.A.P.A. A atenção foi total, uma vez que o interesse pelo RAP e a disputa entre MC é muito grande entre os adolescentes da vila. Solicitei que fizessem uma pesquisa na internet de alguns MC, funkero e RAP que aparecem no filme e que fazem trabalhos na LAPA. Esta pesquisa será entregue na 5ª feira, dia 05 de dezembro e será usada na monagem do Mural LAPA - RJ.

25.11.08

forumdoc.bh na Rede.l�: EMIAM - L.A.P.A.

forumdoc.bh na Rede.l�: EMIAM - L.A.P.A.
Além da história de criação dos Arcos da L.A.P.A. pesquisamos também alguns artistas que já passaram pela L.A.P.A. e que sempre estão retornando aos palcos quando possível. Destaque para Joyce, Arlindo Cruz, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Roberto Ribeiro e Elza Soares. Além destes destaque para Wagner Tiso, Teresa Cristina , Luiz Melodia, Egberto Gismont, João Donato e outros.

forumdoc.bh na Rede.le�: Rede.le exibe documentários do forumdoc.bh em escolas municipais de Belo Horizonte...

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RESOLVEMOS QUE IRÍAMOS PESQUISAR SOBRE O BAIRRO DA LAPA, AS ORIGENS DOS ARCOS DA LAPA, SEMPRE FAMOSOS E CONSIDERADOS UM CARTÃO POSTAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. O MATERIAL OBTIDO NAS PESQUISAS SERÁ USADO NA MONTAGEM DE UM MURAL, QUE SERÁ EXPOSTO NA ENTRADA DA SALA SALA DE PROJEÇÃO DO FILME E POSTERIORMENTE NO PÁTIO DA ESCOLA.
ALÉM DISSO, VALE PESQUISAR SOBRE O BONDINHO QUE FAZ O TRAJETO DO CARIOCA, BAIRRO DE FÁTIMA ATÉ SANTA TERESA, PASSANDO PELOS ARCOS DA LAPA.

E.M. Paulo Mendes Campos

Em parceria com o forumdoc, a E.M. Paulo Mendes Campos exibirá nos dias 9,10 e 11 de dezembro alguns trabalhos dessa importante mostra etnográfica. No dia 9 serão exibidos "Canoa de um Pau Roxo" e "Mokoĩ Tekoá Peteĩ Jeguatá-Duas aldeias,uma caminhada". No dia 10 exibiremos "Estrada real da cachaça" e fecharemos nossa programação com "Favela on blast". Os filmes foram escolhidos em função da riqueza temática e da diversidade cultural. As exibições começarão às 19h30,sempre no auditório da escola.

24.11.08

FAVELA ON BLAST



Favela on Blast

Brasil, vídeo digital, cor, 77min., 2008

Realização /Director: Leandro HBL e Wesley Pentz
Fotografia /Photography: Leandro HBL
Montagem /Editing: Breno Fortes e Ricardo Mehedff
Som /Sound: Leandro HBL, Wesley Pentz e Amiten
Produtor: Leandro HBL, Wesley Pentz, Amiten e Vânia Catani

Sinopse: O documentário "Favela on Blast" mostra a cultura em torno do Funk Carioca, ritmo musical que mescla o Funk eletrônico americano da década do 80 com as diversas influências da música brasileira. O baile funk é provavelmente um dos movimentos musicais mais interessantes no mundo e certamente vem de um dos lugares mais violentos e pobres, as favelas do Rio de Janeiro. O funk carioca personaliza o cru, bombásticos ritmos do Miami bass americano, loops e samples de batidas de sambas unidos a poderosos vocais de rap no linguajar brasileiro.

YVY KATU – TERRA SAGRADA



Yvy Katu – Terra Sagrada
Yvy Katu – Sacred Land

Brasil, vídeo digital, cor, 20min,, 2007

Realização /Director: Eduardo Duwe
Fotografia /Photography: Eduardo Duwe e Tom Gibb
Montagem /Editing: Eduardo Duwe e Luiz Duva
Som /Sound: Uzziel Peña - Tomaz Klotzel
Produtor: Eduardo Duwe

Sinopse: Uma luta antiga que revela duas visões de mundo bastante antagônicas. Por um lado aqueles que crêem que o mundo não é de ninguém e que todos podem usá-lo e por outro aqueles que crêem que o mundo é de todos e que cada um tem o direito a um pedaço.
As vítimas - os mais frágeis.

Canoa de um Pau Roxo



Canoa de um Pau Roxo
Purple wooden canoe

Brasil/Espanha, vídeo digital, cor, 10 min. 15seg., 2008

Realização/Director: Gabriela Piccolo e Alberto Greciano
Fotografia/Photography: Alberto Greciano
Montagem/Editing: Manuel Zayas e Alberto Greciano
Som/Sound: Gabriela Piccolo
Produtor: Gabriela Piccolo e Alberto Greciano

Sinopse: Em uma aldeia às margens do rio Munin, no Maranhão, as mãos habilidosas de um artesão transformam o tronco de uma árvore em uma canoa rústica que trará o transporte e o sustento para sua família. Um ritual repetido através de várias gerações, que questiona a fronteira entre o culto e o popular, o moderno e o tradicional: se trata de uma arte ou um simples trabalho de artesanato?

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MOKOI TEKÁ, PETEI JEGUATÁ



Mokoi Tekoá, Petei Jeguatá. Duas aldeias, uma caminhada.

Brasil, vídeo digital, cor, 65min., 2008

Realização /Director: Ariel Ortega, Germano Beñites, Jorge Morinico
Fotografia /Photography: Ariel Ortega, Germano Beñites, Jorge Morinico
Montagem /Editing: Ernesto Ignacio de Carvalho
Som /Sound: Ariel Ortega, Germano Beñites, Jorge Morinico
Produtor: Vídeo nas Aldeias

Sinopse: Sem matas para caçar e sem terras para plantar, os Mbya-Guarani
dependem da venda do seu artesanato para sobreviver. Três jovens realizadores Guarani acompanham o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje.

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ESTRADA REAL DA CACHAÇA


Estrada Real da Cachaça
Royal Road of Cachaça

Brasil, 35mm (confirmar), cor, 98min., 2008

Realização /Director: Pedro Urano
Fotografia /Photography: Pedro Urano
Montagem /Editing: Ava Rocha
Som /Sound: Altyr Pereira, Bruno Espírito-Santo, Michel Messer, Pedro Moreira, Nicolas Hallet
Produtor: Tarcisio Vidigal

Sinopse:

Espécie de road-movie espaço-temporal, Estrada Real da Cachaça propõe a re-atualização de um percurso ancestral que congrega – em sua concretude e nos modos de vida de seus habitantes – um rico mosaico que é síntese de uma trajetória coletiva. A cachaça, veículo de cura nas garrafadas, será nosso guia nesta viagem, onde imagens do presente se misturam com ‘imagens do passado’ (fotografias fornecidas pelos próprios entrevistados e documentos foto-cinematográficos colhidos junto aos arquivos públicos) com o objetivo de mapear a presença da cachaça na cultura brasileira.

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L.A.P.A.


L.A.P.A.


Brasil, vídeo digital, cor, 75min., 2007


Realização /Director: Cavi Borges e Emílio Domingos

Fotografia /Photography: Paulo Castiglioni e Tiago Scorza

Montagem /Editing: Gustavo Pizzi

Som /Sound: Bruno Espírito Santo e Michel Messer

Produtor: Cavi Borges e Paulo Rodrigues Alves


Sinopse: L.A.P.A.: bairro boêmio do Rio de Janeiro, tradicional reduto de sambistas. Hoje é também, ponto de encontro de MCs e do rap.
L-A-P-A: um filme sobre o bairro da Lapa. Um filme sobre o Rap carioca.


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21.11.08

EMIAM - L.A.P.A.

A ESCOLA MUNICIPAL IGNÁCIO DE ANDRADE MELO também exibirá o filme L.A.P.A.
Baixamos alguns trailer deste filme, algumas músicas de artistas da LAPA e estamos reprisando para nossos alunos.
A exibição será no dia 11/12, quinta feira às 9:30 horas.

20.11.08

L.A.P.A.


A Escola Municipal Aurélio Buarque de Holanda exibirá o filme para os alunos do 3º ciclo no dia 09 de dezembro, às 07:30. Essa exibição foi escolhida em função da temática de cultura juvenil que temos trabalhado.

SINOPSE


L.A.P.A é um filme que mergulha sem filtros no universo do hip hop carioca. Mas L.A.P.A. não é apenas um filme sobre essa cena, sua jornada vai além das rimas dos MCs e traz para aos espectadores o cotidiano de quem busca sobreviver no nosso país através da música.

Transportando para a tela o outro lado do rap, os diretores de L.A.P.A. nos mostram que se à noite os MCs animam as rodas e batalhas de rap do bairro carioca da Lapa, durante o dia suas batalhas continuam em outros palcos.

Marcelo D2, BNegão, Black Alien, Chapadão, Funkero, Marechal, Aori, Iky, Macarrão e outros personagens do rap carioca cantam e contam suas histórias e levam a Lapa para além de suas fronteiras geográficas. A L.A.P.A. vai de Niterói à Irajá, vai da memória clássica do bairro, com seus sambistas e boêmios, até as festas de rap como a Zoeira e as Batalhas do Real.

Cada história pessoal cruza com a história do rap e do bairro, transformando o filme no mais atual painel dessa cultura no Rio de Janeiro. L.A.P.A. consegue ser um documento sobre essa cena musical e, em outra frente, constrói uma narrativa sobre a trajetória dos personagens que participam dessa cena atual.

L.A.P.A não pretende contar a história do rap carioca, mas através de um recorte mostra como é a vida de alguns membros dessa cultura. L.A.P.A. é a sigla do bairro, o refrão dos MCs e o filme que define um espaço e uma época na cultura carioca.


19.11.08

FORUM DOC 2008

Neste ano a Escola MUNICIPAL IGNÁCIO DE ANDRADE MELO ESCOLHEU O FILME L.A.,P.A . Diriigido por Emílio Domingos e Cavi Borges, L.A.P.A é um filme documental sobre a LAPA: bairro boêmio do Rio de Janeiro, tradicional reduto de sambistas. Hoje é também, ponto de encontro de MCs e do rap. L-A-P-A: um filme sobre o bairro da Lapa. Um filme sobre o Rap carioca.
O filme será exibido no dia 11/12 às 9:30 h para as turmas do 3º cilco

18.12.07

TIÃO RECICLADO


No dia 12 de dezembro de 2007, as turmas do noturno e uma turma da manhã da Escola Municipal Israel Pinheiro assistiram a este lindo documentário. Leiam os comentários e vejam o que acharam.

17.12.06

Exibição de Anuncie Aqui e Rap o canto da Ceilândia na EMABH

A mostra de extensão forumdoc nas escolas da rede.lê foi realizada na Escola Municipal Aurélio Buarque de Holanda na quinta-feira, dia 7 dezembro. Os filmes exibidos foram Anuncie Aqui e o Rap o canto da Ceilândia. Nós, Carolina e Poliana, bolsistas do Centro de Convergência de Novas Mídias, fomos acompanhar as sessões.


A chuva forte prejudicou muito a ida até a escola, o que fez com que perdêssemos a primeira sessão, exibição de Anuncie Aqui. Chegamos na sala escura e nossa presença foi imediatamente percebida. Isso causou algum constrangimento, já que as pessoas que estavam ali não nos conheciam. A projeção estava sendo controlada por um monitor da Rede.lê, responsável pelo aparato técnico. Percebemos que nossa presença era esperada pelo estagiário, que esboçou uma tentativa de interromper a projeção para que nos apresentássemos. Preferimos esperar o fim do segundo filme para iniciar uma discussão com os alunos.

Desde o início do projeto da mostra de extensão, conversamos com os professores para que nossa participação nas exibições se desse de forma a acrescentar em uma discussão que deveria ser pautada muito mais nas opiniões dos alunos sobre os filmes. E eram os comentários deles que buscávamos. Para isso era fundamental a presença do professor já que, pelo fato de conhecer os alunos, poderia intermediar nosso contato com eles.

Havia sido acordado anteriormente com a professora Hélia, da Rede.lê, que Valdevino, professor de História, nos acompanharia na mostra. No entanto, ficamos sozinhas com os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e sentimos a ausência de Valdevino, que não apareceu na exibição. Era clara a dificuldade de começar uma discussão com os adultos, pois éramos desconhecidas e eles não demonstraram muito entusiasmo. Iniciamos apresentando o projeto Rede.lê e o propósito da mostra de extensão Forumdoc naquela escola. Alguns alunos fizeram comentários sobre os filmes, mas a conversa não se prolongou e pouco tempo depois se dispersaram.

Acreditamos que o debate não se desenvolveu mais pela ausência de alguém que facilitasse nossa aproximação com os alunos do que por um despreparo da equipe.

Carol Canguçu e Poliana Xavier
Bolsistas do Centro de Convergência de Novas Mídias - UFMG

12.12.06

Rap e intervenções urbanas são temas de filmes na Moacyr Andrade

Os filmes Rap, o canto da Ceilândia e Anuncie Aqui foram exibidos na Escola Municipal Professor Moacyr Andrade, no dia cinco de dezembro. Assistiram às sessões turmas do segundo e terceiro ciclo, equivalente à sexta e sétima série do ensino fundamental. Foram realizadas duas sessões, uma antes do recreio, quando algumas turmas assistiram a Anuncie Aqui e outra após o intervalo, quando o filme a respeito das intervenções em propagandas da cidade de Belo Horizonte foi novamente exibido, seguido de Rap, o canto da Ceilândia, desta vez para outras turmas dos mesmo níveis.

Após a segunda exibição a sessão foi aberta para debate com os alunos e professores. A professora Cecília comentou com os alunos os dois filmes, dando ênfase à questão da resistência, de que tratam. “O primeiro filme fala da resistência contra as forças das grandes empresas. Eles poluem a cidade com um monte de propaganda. Enquanto isso, as pessoas comuns apropriam-se disso tudo e fazem sua reclamação contra esta situação por meio da modificação dos anúncios”.

Também participaram do debate os alunos Jonathan e Lucas, respectivamente do segundo e terceiro ciclos. Lucas ressaltou o fato de que é preconceito tratar os rappers como criminosos. “Eu gosto de rap e não ando com um 38 na cintura”. Já Jonathan aproveitou a oportunidade para dar aos presentes mais informações sobre quem eram as personagens do rap que apareciam no filme. Ao final da sessão os dois alunos cantaram raps, Lucas uma paródia de Dormi na Praça, da dupla sertaneja Bruno e Marrone, composta por ele mesmo e Jonathan, uma composição de RZO.

Pedro Marra

10.12.06


Estrutura montada no pátio da Escola Municipal Francisca de Paula para acomodar o projetor multimídia - o professor Geraldo está ativando as roldanas para que o suporte vá até o meio do pátio e a projeção comece.

Filmes no Bairro Cinquentenário


exibição filme “Rap o canto da Ceilândia” e “Anuncie Aqui” na mostra de extensão forumdoc.bh.2006, na escola Municipal Francisca de Paula.
dia 05.12.2006, terça-feira, 20h.

Eu e Pedro Luscher chegamos à escola às 19h, com uma hora de antecedência da exibição do filme. Sim, do filme, pois a programação da mostra extensão forumdoc.bh.2006 na escola Francisca era apenas o filme “Rap o canto da Ceilândia”, de Adirley Queirós. Mas eu havia levado o DVD de exibição do filme “Anuncie Aqui” e ao conversar com o prof. Geraldo Loyola, coordenador da Rede.lê na escola, e resolvemos projetar os dois filmes.
Por toda escola estavam colados cartazes que anunciavam a exibição do filme naquela noite. No laboratório da Rede.lê, Douglas, estagiário que está formando no ensino médio explicava para Joice e Caio o funcionamento dos equipamentos de projeção de som e imagens. Algumas turmas estavam indo a uma excursão ao Museu Histórico Abílio Barreto; mas os alunos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) já eram um bom público para a mostra.
Na quadra, onde acontecem todas as projeções de filme, Geraldo me mostrou e explicou como funciona a estrutura projetada e montada por eles. No lateral oposta a entrada da quadra, uma parede foi massada e pintada de branco para servir de tela. No teto, foi montado um trilho até um pouco mais da metade da quadra que é percorrido por um carrinho que sustenta o projetor. Por esse carrinho chegam a energia e o cabo de som, que fica montado no meio do pátio. É lá que fica montada a estrutura que aguarda o carrinho de equipamentos, com a mesa de som, equalizador, aparelho de dvd e vídeo. Douglas e Júnior, estagiário voluntário, auxiliam o professor na montagem dos equipamentos.
Cadeiras na quadra, alunos também, Geraldo anuncia a atividade e quais os filmes que serão exibidos. Durante a exibição dos filmes, alguns alunos manifestam suas opiniões e comentam cenas, atitudes, falas entre si. Ao final da exibição, alguns alunos dizem que é preciso filmar a realidade de um bairro vizinho, uma favela que sofre com a chuva e a precariedade dos barracos no morro.

Milene Migliano

6.12.06

“Rap, o canto do Alto Vera Cruz”

No dia seis de dezembro a Escola Municipal Israel Pinheiro exibiu o filme Rap, o canto da Ceilândia para alunos da 5ª série. A coordenadora do projeto Rede.lê na escola, professora Valéria Sanches, escolheu esse filme porque o tema faz parte da vida de seus alunos, moradores do Alto Vera Cruz. “Eles conhecem o rap, sabem que conta a história de um lugar, então nada mais próximo da realidade deles que o rap”, explicou a professora.
O documentário foi exibido em duas sessões. A turma da professora Jaqueline foi a primeira a assistir ao filme. Os alunos mostraram-se atentos durante todo o documentário. A professora contou que há uma forte identificação entre o rap e seus alunos e que, recentemente, com sua ajuda, eles tinham composto o Rap da Família.
Em seguida, foi a vez da turma da professora Valéria assistir ao documentário. Mostraram-se também bastante interessados nas histórias contadas pelos rappers da Ceilândia. Alguns demonstraram até uma certa irritação quando alguém batia à porta da sala multimeios da escola, local onde foi realizada a atividade.
A professora Valéria propôs que os temas abordados no documentário fossem discutidos em sala de aula e que, posteriormente, os alunos escrevessem suas impressões sobre o filme. A idéia é que os relatos dos alunos sejam publicados no blog da Rede.lê.

Renata Ornelas

5.12.06

Alunos da Hélio Pellegrino assistem ao filme "As Vilas Volantes"

Alunos da EJA da Escola Municipal Hélio Pellegrino, situada no bairro Guarani, assistiram ao documentário As Vilas Volantes – o verbo contra o vento, de Alexandre Veras. O filme fala sobre vilas pesqueiras da costa do Ceará que são cobertas pelas dunas que se formam pela constante ação dos ventos, fazendo com que os moradores migrem freqüentemente de um lugar a outro.
O professor Paulo Nogueira, coordenador da Rede.lê na escola, tinha a idéia de realizar a exibição do documentário na rua para que pessoas da comunidade também pudessem assistir. Em virtude da forte chuva a exibição teve que ser transferida para uma área interna da escola. O fato, entretanto, não impediu que os cerca de oitenta alunos presentes pudessem assistir ao filme.
Antes da exibição, Paulo explicou os objetivos da parceria Forumdoc e Rede.lê, além de falar um pouco sobre o documentário. Após o filme ser exibido, uma das professoras ressaltou a importância do relato dos mais velhos para a memória daquelas vilas. Disse ainda que é preciso respeitá-los, o que não costuma acontecer em nossa sociedade.
O aluno João Batista disse ter gostado muito do filme e contou que tinha vivido uma situação semelhante, pois teve que abandonar sua terra e vir para Belo Horizonte. Diante de seus colegas, ele recitou um poema de sua autoria sobre sua cidade natal, situada no norte de Minas. Prometeu, ainda, fazer um poema sobre o documentário.

Renata Ornelas

Anne Frank encerra a primeira semana da extensão Forumdoc.bh.2006

Na última sexta-feira, dia 01 de dezembro, foi a vez da Escola Municipal Anne Frank. localizada no bairro Confisco, receber a mostra de extensão do Forumdoc.bh.2006. Regina Beatriz, professora responsável pela coordenação do Projeto Rede.lê na escola, escolheu os filmes Anuncie Aqui e Rap, o canto da Ceilândia, ambos integrantes da Mostra Competitiva Nacional desta décima edição do Forumdoc.bh.

Anuncie Aqui é uma produção realizada em Belo Horizonte e coloca em questão a ocupação do espaço urbano feita pela publicidade, sob a ótica de um grupo de jovens que realiza intervenções em anúncios publicitários. Rap, o canto da Ceilândia foi produzido em Ceilândia, cidade-satélite do Distrito Federal e mostra a luta dos moradores pela afirmação de suas identidades.

Alunos de 7ª e 8ª séries lotaram a sala multimeios da escola. Antes do início da exibição, discutiu-se sobre o gênero documentário e suas diferenças em relação às produções que normalmente são vistas na televisão. Após os filmes, falou-se da importância do documentário como possibilidade de apresentar assuntos e temas geralmente ignorados pelos grandes veículos de comunicação.

Renata Ornelas

30.11.06

Caminho da Escola Paraná abre a Mostra de Extensão do Forumdoc.bh.2006







No dia 28 de novembro, terça-feira, começou a Mostra de Extensão do Forumdoc.bh.2006, realizada em escolas municipais integrantes da Rede de Inclusão e Letramento Digital – Rede.lê. Os coordenadores da Rede.lê nas escolas selecionaram filmes que fazem parte da Mostra Competitiva Nacional deste ano. A primeira escola foi a Ignácio de Andrade Melo, no bairro São José.

O professor José Assis escolheu o documentário Caminho da Escola Paraná, realizado pela cineasta Heloísa Passos. O filme mostra as dificuldades que crianças moradoras da Colônia dos Castelhanos, situada na zona rural de São José dos Pinhais, estado do Paraná, enfrentam todos os dias para chegar à escola.

No início da exibição, os alunos estavam um pouco dispersos, mas, aos poucos, mostraram-se interessados pelas histórias das crianças paranaenses representadas no documentário.

Após a exibição, o professor Assis fez perguntas sobre as impressões que os alunos tiveram sobre o documentário. Alguns disseram que o cotidiano das crianças da Escola Paraná que foi mostrado no documentário era diferente do que imaginavam. Um dos aspectos que mais chamou a atenção dos alunos foi a importância que as personagens do filme davam à escola.

Assis preparou algumas questões relacionadas ao filme que serão trabalhadas em sala de aula. As perguntas abordam, entre outras questões, as impressões dos alunos sobre o documentário e o significado da escola em suas vidas.


Renata Ornelas

19.10.06

Documentário: O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA



Realização: Marco Pimentel
Imagens: Paulo Castiglioni
Montagem: Hudson Vianna, Ivan Morales Jr.
Som: Simone Alves
- Um documentário sobre um circo na corda bamba.
Brasil, cor, 15min., 35mm, 2005

18.10.06

Documentário: FALA TU




Direção: Guilherme Coelho
Fotografia: Alberto Bellezia
Montagem: Márcia Watzi
- A vida, os sonhos e a intimidade de três rappers cariocas que fazem uma crônica musical da cidade. Macarrão, 33 anos, é apontador do jogo do bicho e morador do Morro do Zinco, no Estácio. Combatente, 21 anos, trabalha como operadora de telemarketing, frequenta o Santo Daime e vive em Vigário Geral. Thogum, 32 anos, é vendedor de produtos esotéricos, budista e morador de Cavalcante. O filme descreve os locais de trabalho, os estúdios improvisados, as rádios piratas, as cerimônias religiosas, as casas e as famílias dos três, procurando entender como o rap mudou o cotidiano deles e como usam a experiência de vida para escrever as letras das canções.
Rio de Janeiro, 74min., 35mm, 2003

Documentário: SAMU 192


Diretor: Tiago de Castro
Fotografia: Ricardo Bauermann
Montagem: Fábio Severo, Ricardo Bauermann e Tiago Castro
- Um dia e uma noite com o Serviço de Assistência Médica de Urgência de Porto Alegre que atende chamados pelo número de telefone 192 e presta socorro no local. Entre um atendimento e outro, um médico, uma telefonista, um motorista de ambulância e um auxiliar de enfermagem contam suas experiências, a visão que têm de seu trabalho e como lidam com a morte.
Porto Alegre, 26min., vídeo digital, 2003

Documentário: CASA DE CACHORRO


Diretor: Thiago Villas Boas
Fotografia: André Luiz de Luiz
Montagem: Pablo Ferreira
Som: Márcio Miranda, Thiago Venco e Bernardo Spinelli
- Era uma vez o melhor lugar do mundo para se morar...
São Paulo, 27min., Betacam, 2001

Documentário: 4 ELEMENTOS NO HORIZONTE


Direção e fotografia: Gustavo da Rocha Jardim
Montagem e som: Gustavo da Rocha Jardim e Pablo Lobato
- Jovens artistas da periferia de Belo Horizonte misturam versatilidade e irreverência com ação política e social. Um vídeo documentário sobre a manifestação dos quatro elementos da cultura Hip Hop. A saga dos rappers urbanos, b-boys, grafiteiros e djs construindo uma identidade em meio ao turbilhão urbano.
Belo Horizonte, 23min., Hi-8, 2001

Documentário: MINI CINE TUPY


Diretor: Sérgio Bloch
Fotografia: Jacques Cleuiche
Montagem: Jordana Berg
Som: Joaquim Santana
- José Zagati, catador de papelão de Sítio das Madres, assentamento na periferia de São Paulo, montou uma pequena sala de cinema na garagem de sua casa, com materiais encontrados no lixo, para poder exibir filmes para as crianças da vizinhança. O cinema funciona todos os domingos e a sessão começa assim que anoitece. A entrada é franca.
Rio de Janeiro, 10min., vídeo digital, 2002

Documentário: VAIDADE




Diretor: Fabiano Maciel
Fotografia: Reynaldo Zangrandi
Montagem: Jordana Berg e Nina Galanternick
Som: Alberto Beilezzia
- Nos últimos anos, centenas de mulheres, arriscando suas vidas, ganham seu sustento remendo em canoas precárias para vender perfumes, cremes, sabonetes e outros produtos de beleza em garimpos remotos no interior da floresta amazônica. Vaidade conta a história de Simara, uma revendedora de cosméticos, ao mesmo tempo em que investiga, neste contexto, as relações entre homem e mulher, beleza e ambição, floresta e civilização.
Rio de Janeiro, 12min., 35mm, 2002
Filmado em vídeo digital e finalizado em 35mm.

Documentário: NA GARUPA DE DEUS


Diretor: Rogério Corrêa
Fotografia: Cleumo Segond
Montagem: Geórgia Costa Araújo
Som: Alan Fábio Gomes
- O documentário é uma reflexão sobre a vida na grande São Paulo a partir do perfil das pessoas que tiram da motocicleta sua sobrevivência: os motoboys. O documentário revela o universo desta categoria profissional, a melhor tradução contemporânea para o sentimento de urgência que sempre esteve no senário paulistano.
São Paulo, 26min., vídeo digital, 2002

Documentário: BURACÃO



Direção, fotografia e som: Pedro de Castro Guimarães
- Homens simples, em um lugar isolado, trabalhando de sol a sol, cavam buracos de até 40 metros de profundidade, sem maquinário e sem a certeza de haver ouro. Já foram milhares, hoje são milhares de histórias. Cada vez é preciso cavar mais fundo, para se encontrar um verdadeiro garimpeiro.
Belo Horizonte, 23min., vídeo digital, 2001.

Documentário: SAMBA


Direção: Thereza Jessouroun
Fotografia: Reinaldo Zangrandi, Bib Lufti e Gustavo Hadba
Som: Renato Calaça e Zezé D'Alice
- Documentário sobre a dança de samba e sua relação com o cotidiano dos moradores do Morro da Mangueira, Rio de Janeiro. O documentário busca fugir dos esteriótipos que costumam divulgar, durante o carnaval, a mais "nacional" de todas as nossas danças e revela o mundo e a vida dos passistas da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
Rio de Janeiro, 54min.,vídeo digital, 35mm, 2001

A escolha dos documentários...




Após a apresentação da proposta feita pelos bolsistas da UFMG para projetos utilizando os documentários exibidos no "forumdoc.bh", os coordenadores do projeto "Rede.lê" das 9 escolas municipais participantes, levaram a idéia para professores e alunos que aceitaram o projeto e escolheram, entre os documentários listados, aqueles que acharam interessantes através da leitura de suas sinopses.

17.10.06

Rede.lê exibe documentários do forumdoc.bh em escolas municipais de Belo Horizonte...



O projeto "Rede.lê - Inclusão e Letramento Digital" leva aos alunos, professores e comunidades das escolas municipais participantes do mesmo, exibição de documentários que fazem parte do "Festival do filme documentário e etnográfico - fórum de antropologia, cinema e vídeo - forumdoc.bh", que acontece em Belo Horizonte desde 1996.
O objetivo dessa atividade, além de proporcionar à comunidade momentos de lazer e cultura, é abrir discussão sobre os temas mostrados nesses documentários sobre o cotidiano vivido por seus personagens, buscando uma leitura crítica dos acontecimentos.